Se às vezes me sinto
estranho no caminho
Lembro-me do pássaro
que deixa o ninho
Abandona a segurança,
mas aprende a voar
Sigo em frente,
chuto pedra,
piso em espinho
Olho para o lado,
nunca estou sozinho
Tem sempre alguém mais
a tropeçar
E se me perco,
ainda que num instante
Recordo em breve relance
Importante é continuar a andar
Para onde vou?
Perto ou distante
O que quer que eu alcance
A cada queda hei de levantar
E ainda que eu seja
apenas gotinha
Se tiver que ir contra o rio
Me faço promessa
Aprenderei a nadar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário